Autor: Carlo

Mensagem do Campo de Batalha

Encontramos mais Starun.

Nossos dias tem sido exaustivos, nossas forças pouco capazes de manter o inimigo longe e nosso avanço com o muro tem sido ineficiente. Albano agora usa minha lança para conseguir ferir as criaturas do subsolo, porém elas estão longe de ser nosso maior problema. Há outras criaturas que despertaram com o Starun espreitando ao nosso redor.

Precisamos dos retratos de Spellenrune. Precisamos que sejam despertos. Estamos mandando o que coletamos de Starun para a Forja em Technokrest na manhã do décimo quarto dia dentro das florestas. Albano está com a carga e está acompanhado por Neeno. Donna se manterá ao meu lado para protegermos a obra do muro. Avançaremos o quanto for possível.

Livro III: A Primeira Grande Guerra – O Selo Mágico

Desde meu novo despertar ficou claro que outros como eu precisavam ser criados para termos uma chance contra o Fim. Então Malthus e Emmarin viajaram através da terra por meses tentando encontrar os maiores guerreiros de Myridian e montar um exército para derrotar as forças do mal. Tantas falhas….fortes candidatos cujas almas foram perdidas….Starun é tão perigoso quanto poderoso. Mas para nossa sorte algumas transformações foram bem sucedidas e não tardou a termos a primeira linhagem de heróis lendários. Nós éramos em oito e nossos poderes combinados conseguiam enfrentar praticamente qualquer ameaça. De Mithaurian, fui seguido por Donna Flecha-Ambar, Neeno Lua-Nova e Tusk Nobre-Escudo. De Spellenrune haviam Mirari Grimório-Verde e Garret Escama-Arcana. De Technokrest, Guill Mente-Nova e Fay Aço-Pena.

Cada vez que um primogênito é invocado, um Verge precisa estar conectado a ele para formar um modelo replicável. Aquele Verge só pode se conectar com um herói, pois suas mentes estariam permanentemente combinadas. Quando um Verge é unido a uma réplica, ele pode se conectar o tanto que seus poderes permitirem, desde que a consciência principal do herói esteja em outro lugar. Sempre é uma relação simbiótica. Se o Verge que está conectado ao primogênito morrer, todas as suas réplicas perderão sua estrutura e voltarão ao fluxo de Starun. Então um novo Verge precisa invocar um primogênito novamente e assim em diante. Eu sou o Primeiro Carlo desta era, então estou conectado a você, Nettor, e apenas a você.

Todo o Starun e os Verge disponíveis na época foram usados para montar o maior exército possível, e então partimos à guerra. Os Verge que ficaram para trás tinham a tarefa de encontrar e produzir novos heróis caso nossa incursão não fosse bem sucedida. Dezenas de novos de nós foram feitos pelos mais dignos. Nosso papel na guerra era entrar nas áreas danificadas e abrir caminho entre milhares de Yrians corrompidos. Eles fugiriam ou pereceriam. Uma vez que o perímetro ficou seguro, nós encontrávamos a fonte da energia negativa. Então o grupo ficaria de guarda enquanto o herói conectado ao Verge mais forte iria selar a fonte retornando uma grande quantidade – 6 gemas totalmente lapidadas – de Starun para a terra junto com uma conjuração e uma magia de proteção. O Starun criaria um selo mágico subterrâneo e fazê-lo tanto indetectável quanto impenetrável. Caso alguma força encontrasse um caminho para adentrar o selo, um Labirinto seria criado e desafios de Bravura seriam feitos. Falhar significaria a morte. Esta foi a forma de garantir que o Starun retornado ao solo não fosse extraído novamente.

Foram necessários alguns anos para restaurar o planeta todo. Houveram diversas casualidades e muito do que os cidadãos tinham foi perdido. Quanto mais áreas recuperávamos, menos Starun tínhamos para manter os heróis encarnados, portanto nossos exércitos tornavam-se menores a cada dia. E os Verge ficavam mais fracos uma vez que a disponibilidade de Starun era a fonte do seu poder. Havia um último selo a ser feito. As últimas 6 gemas. Eu era o único Herói restante e Malthus o último Verge que ainda conseguia manipular magia. Starun era necessário para conjurar a magia mas não havia mais. Malthus se certificou que a área isolada poderia prover a ele recursos suficientes para o resto de seus dias. Ele selou a si mesmo dentro da última fonte, e assim que desapareceu dentro da neblina da magia eu também parti. Havia muito a ser feito pelo povo. Um novo mundo a ser descoberto. Um sem magia. Do mundo velho, éramos os primeiros e os últimos. E este foi o fim da guerra.

Livro III: A Primeira Grande Guerra – Malthus Prudens Aluminium e os três desafios

Antigamente o mais sábio e poderoso Verge, Malthus foi o sumo sacerdote e líder entre os seus por décadas, um posto que resignou pelo bem maior. Sua obsessão pela origem de Myridian o enviou em uma jornada ao isolamento de onde foi forçado a retornar devido aos eventos de seu tempo. Ele passou anos viajando, pesquisando e juntando todo tipo de informação que conseguiu achar sobre O Livro das Eras, Myrandium. Dizia-se ser o livro mais antigo já escrito, em rúnico arcaico, e continha os segredos das origens de Myridian, muito antes dos primeiros Merids dos quais se tem notícia. Ele foi capaz de juntar informação o bastante para ter alguma pista do que fazer para ajudar.

Havia uma magia que poderia ser feita para criar heróis para lutar as batalhas que eles não eram capazes. Não era simples ou fácil e o custo seria algo, mas era o único jeito. A habilidade de criação dos Verge era limitada por aquilo que conseguiam ver. E eles não eram do tipo criativo. Então alguém teria que cuidar desta parte do serviço. Os pintores de Craftsmir foram os escolhidos. Uma alma também seria necessária. Se fosse digna, não apenas seria salva mas também se tornaria um com o fluxo de Starun no planeta. Se não fosse seria destruída e condenada à eternidade vagando como uma sombra.

Eu fui o primeiro voluntário a se tornar o primeiro da minha geração. O rei de Mithaurian naquela época. Eu enfrentaria os desafios. Emmarin, um pintor cego foi trazido à mim. Seus olhos reais foram tomados mas ele conseguia ver a energia com os olhos de sua alma. O primeiro desafio era inspiração. Minha aura precisava inspirá-lo a pintar um retrato de uma versão melhorada de mim. Um leão guerreiro ideal. Sua tinta e sua tela eram encantadas com Starun então nunca perderíam a imagem. O mesmo retrato que vocês usaram para me invocar foi produzido naquele dia. Então Malthus conduziu os procedimentos seguintes…

O segundo desafio foi o do espírito. Uma alma ou mente não conseguiria suportar as transformações no corpo do primeiro. Seria esmagado pela dor, angústica e medo então ela deveria ser removida de seu invólucro. Seria necessário o poder de Sete Verge, cada um em posse de um Cristal runa, pra destacar a alma de um corpo e mantê-la contida durante o ritual. Se formos pensar em bem e mal, da perspectiva do povo da superfície, Starun era a energia boa. Se a natureza da alma aprisionada por ele fosse similar à sua própria energia, eles se mesclariam e se tornariam um. A alma iria inserir sua entrada no fluxo de Starun com todo o conhecimento e força de vontade, junto com o que cada um de mim aprender enquanto sobre a terra como heroi. Com este retrato vocês podem invocar quantos de mim quiserem desde que tenham a quantidade necessária de Starun e força de vontade. Entretanto eu não consigo recordar o tempo que estive dentro da energia do Starun. Como se estivesse dormindo.

O terceiro desafio era o do corpo. Enquanto a alma estava fora, outros sete Verge seriam necessários, cada um portanto um Cristal Runa para transformar o corpo original naquilo que se lia no retrato com todo o poder que eles podiam drenar e entregar. Haviam limites de quanto o corpo podia resistir, não importanto quanto Starun fosse usado nele. Se fosse exigido mais do que ele suporta, iria colapsar. Se não fornecesse o bastante, a energia não utilizada e a radiação poderiam destruí-lo.

Apenas completando esses passos a alma poderia finalmente ser devolvida ao corpo, o que necessita os últimos sete Verge, e mais sete Cristais Runa. Uma vez completo o processo, os vinte e um Verge envolvidos estariam completamente esgotados. Eles precisariam de semanas, talvez meses de repouso antes de executar o ritual novamente. Mas pelo menos um heroi se ergueria. Mais forte e poderoso que qualquer outro. Único de seu tipo. Junto com seu retrato ele se tornaria a fonte. Precisa ser alimentado com Starun para se manter no mundo material. Se por qualquer motivo sua reserva de energia caísse para o mínimo, usaria o restante para se desconstruir e voltar ao fluxo de energia de Starun, de onde poderia ser invocado novamente pelo mesmo ritual que usaram para me trazer aqui.

Malthus era o único Verge forte o bastante para suportar e conduzir cada passo do ritual. Ele era o condutor de toda a energia envolvida, e parece que seu descendente está apto ao papel agora.

Livro III: A Primeira Grande Guerra – O Começo do Fim

Tudo estava bem antes da era das escavações. Conforme os locais de escavação de Starun foram se aprofundando por todo o planeta, as civilizações da superfície tiveram seus primeiros encontros com Yrians, e também seus primeiros combates. Sobrepujados pela força e velocidade da raça do subsolo, as primeiras armas mágicas foram construídas. Da colaboração entre Craftsmirianos e Technocratas surgiram as primeiras armas feitas de Mithral encantado com Starun. Com armas mais forte que armas comuns e também capazes de energizar projéteis com características diferentes, os exércitos de Mithaurian se tornaram adequados para resistir ao combate contra os Yrians e ocasionalmente vencê-los.

Cada passo dado em direção da evolução tornava Myridian mais dependente de Starun, que desencadeou um ritmo de extração frenético. Pouco sabiam que parte das propriedades mágicas do Starun mantinham o equilíbrio do planeta. Era um dos componentes que regulava campos magnéticos, gravidade, marés, retenção de magma sob a crosta e também mantinha recluso um poder além das forças conhecidas. Uma energia de putrefação e destruição, corretamente nomeada “O Fim” pelos antigos Merids. Quanto mais se escavava, mais forte ficava “O Fim”.

No começo houveram secas, perdas de plantações inteiras, aumento de acidez das águas, ondas gigantes, atividades vulcânicas… Ninguém relacionava essas tragédias à redução da proteção oferecida pelo Starun que se tornava cada vez menor. Qualquer área afetada pelo “Fim” agora continha uma nuvem venenosa e radiação remanescente, e criatura alguma conseguia acessar a área contaminada exceto os Yrians. Além disso, a energia negra os corrompeu ainda mais. Eles se tornaram mais fortes e mais ferozes. Em meio à escasses de recursos e os ataques constantes, conflitos entre vilas e clãs destruiram cidades inteiras.

Os Verge sabiam que eles eram os únicos que eram capazes de parar a iminente extinção da vida. Houveram tentativas de combater “O Fim” com magia, mas descobriram que a energia do “Fim” era imune a ela. Então tentaram equipar soldados e engenheiros com armaduras de Mithral imbuído com Starun, reforçadas com proteções e selos mágicos, mas nada podia resistir à radiação das áreas contaminadas. Engenheiros Technocratas perceberam que a expansão do fim estava relacionada com a baixa concentração de Starun no subterrâneo. Eles imediatamente pararam as extrações e comunicaram aos Verge que todo o Starun deveria ser retornado para o solo para restabelecer o equilíbrio e recuperar a terra. A ideia era de alguma forma entrar nas áreas afetadas, localizar pontos críticos de destruição e selá-los com Starun. Surge Malthus Prudens Aluminium.

Livro II: O Mundo de Myridian

Antes da guerra, Myridian costumava ser um planeta fértil, de recursos abundantes. Dois grandes continentes, divididos em sete biomas distintos, não distantes entre si, eram banhados por dois grandes oceanos, Algaro e Nimus, e cortados por diversos rios, sendo Hondur o mais largo deles. Alguns o consideram o terceiro oceano até os dias de hoje. No céu é possível ver um sol e três luas. Eles governam as marés e as estações. Também era uma terra cheia de minerais, tendo Starun como o mais importante deles. Ele é a fonte do Ether, o quinto elemento, que é capaz de gerar magia em todas as suas formas, e nas mãos certas, até produzir matéria.

Os primeiros habitantes da terra eram chamados Merids, um nome que carregam com orgulho. Possuiam uma sociedade baseada em clãs pacífica e organizada, e eram capazes de se proteger de adversidades climáticas com facilidade. Sua capacidade nata de explorador os levou aos extremos do planeta, o que os forçou a constantemente evoluir para se adaptar e isso originou várias outras subespécies das quais falaremos em breve. Mais tarde na história eles desenvolveram o primeiro reino, as primeiras armas e táticas de guerra.

Então habiam os Verge. As mentes mais brilhantes carregadas por corpos muito frágeis. Em sua maioria isolados em cavernas no início dos tempos, eles confiavam sua sobrevivência a abrigo, fogo e vestimenta. Eles tinham a habilidade de retirar a energia do Starun e moldá-la em qualquer coisa que conseguiam pensar, desde que com as ferramentas corretas para a tarefa. Eles deixariam coisas mundanas como buscar recursos, plantar, colher, construir e costurar para os Merids enquanto eles impulsionariam o mundo em uma era de magia. Eles se utilizavam da escrita para registros históricos, desenvolver magias e criar instruções para as gerações que viriam para continuar evoluindo. Eles misturaram Starun com outros materiais com o objetivo de ampliar capacidades e aplicações. Os seus eram organizados em uma sociedade única, liderada pelo ancião mais sábio vivo. Ele se tornaria o sumo sacerdote no templo e seu dever era garantir a segurança dos arquivos e que a magia seria utilizada para o bem. Seus descendentes metiços foram os primeiros artistas, engenheiros, artesãos e ferreiros.

Apesar do Starun poder ser encontrado na superfície, sua concentração de radiação mágica crescia conforme era coletado mais fundo nas profundezas. Esta foi a razão da era das grandes escavações começar. Mas o subterrâneo de Myridian abrigava outra civilização. Os Yrians. Desconhecidos para o povo da superfície, eles ascenderam da primeira grande cratera aberta pelos Merids mineiros. Apesar de serem muito maiores que um Merid mediano, eles eram também muito mais rápidos. Sua pele espessa e rígida, quase como escamas. Ninguém nunca conseguiu argumentar com um Yrian pois eles sempre avançavam com ira e atacavam até matar ou morrer. Até onde sabíamos eles eram apenas bestas incapazes de pensar ou fazer qualquer coisa diferente de matar e destruir.

A partir deste primeiro encontro com uma civilização inimiga veio a necessidade de mudar a maneira como Myridian estava organizada. Cada continente tentou ao máximo se agrupar e se unir, colocando suas melhores habilidades a serviço do planeta. A primeira aliança fez Myridian o que é até os dias de hoje…

Livro I: As Raças de Myridian

Cada um dos sete biomas tinham condições naturais e climático únicas, e a evolução tomou sua parte assegurando a sobrevivência através de mutações e combinações entre espécies. Quando A Primeira Aliança foi montada, muralhas e portões foram construídos. Isso gerou uma dificuldade para que novas espécies e mutações ocorressem já que a vida fêz seu curso entre fronteiras apertadas dali em diante e criaturas similares iriam formar pares com mais frequência.

Mithaurian foi fundada pelos Merids mais antigo e tornou-se o reino dos guerreiros. Eles seriam responsáveis por treinar novos combatentes e oferecer soldados treinados para proteger a todos. Seria comandado por um rei, reconhecido de forma unânime por cidadãos e soldados como o mais bravo e justo dentre os guerreiros. Se houvessem dois ou mais candidatos o assunto seria resolvido por concessão ou duelo. Combate nunca foi necessário, pois eles sempre foram humildes o bastante para reconhecer um superior. Eles conseguem treinar qualquer criatura a portar qualquer arma.

Porém alguns dos Merids não nasciam guerreiros. Seriam treinados em combate apenas o bastante para serem capazes de emboscar grupos de monstros que invadissem suas terras. O resto de seu treinamento seria voltado a fazenda e produção de tecido. Eles ficaram em Grymill, uma terra de planícies férteis de onde colheriam frutas, vegetais e mel. Este reino possuia a maior area e suas estradas levavam a qualquer lugar uma vez que eles seriam responsáveis por fornecer alimento e vestimenta. Eles também possuiam embarcações capazes de atravessar o oceano ou cruzar o rio Hondur.

Alguns deles também migraram para Agadeera, a terra das bestas. Na costa sul do continente banhado pelas águas salinas do Nimus, pântanos e mangues eram a paisagem mais comum. Nesses locais onde fungos, ervas e fogo-fátuos podiam ser encontrados. Alguns deles com propriedades mágicas. Os Merids que se estabeleceram por lá tiveram que se aprimorar sua furtividade uma vez que engajar os monstros nativos da área poderia levar a casualidades desnecessárias. Também era a terra onde a maioria dos elementais aparecia. Um tratado foi firmado entre Lunkao, o rei dos crocodilos e os elementais da água e das folhas. Isso permitiu a construção da Floresta de Agad, uma barreira mágica na forma de uma floresta densa que mantém monstros desconhecidos longe daquela parte do continente e aprisionou as criaturas do pântano dentro de Agadeera.

Basiliah foi a última terra ocupada por Merids. É um reino erguido para proteger as águas do norte e os filhos do rio Hondur. A convergência das três águas gerava um ponto carregado com os maiores perigos que poderiam vir do mar. Os nevoeiros espessos eram sempre mal sinal, pois a neblina trazia monstros consigo. Os habitantes de Basiliah aprenderam da maneira mais dura possível como lugar na água. Seus navios de batalha permaneciam em alerta constante para impedir criaturas de subirem Hondur.

Spellenrune foi construída para abrigar os anciões Verge. Eles seriam responsáveis por todo o conhecimento. Magia, história e pesquisa. Eles explorariam todas as possibilidades de manipulação do Starun para ferramentas e construtos para avançar o planeta no sentido da evolução.

Quando Verges e Merids se uniram, seus descendentes tiveram a mescla das habilidades de ambos, mas um lado sempre era predominante. Esta mistura trouxe diversos novos talentos à vida. Os melhores artistas que Myridian já viram. Ferreiros, pintores, dançarinos, Carpinteiros e muitos mais. Eles eram capazes de imbuir suas obras com Starun e dar a elas propriedades mágicas e aplicações inimagináveis. Eles foram enviados às montanhas onde fundaram Craftsmir, a terra dos artesãos.

O mais jovem de todos os Reinos é Technokrest. Alguns dos habitantes de Craftsmir descobriram Mithral, um metal que não era apenas muito resistente, mas também uma boa base para Starun. Eles encontraram sua maior reserva em uma região de pedras e decidiram se estabelecer lá para extraí-lo e desenvolver novas tecnologias com ele.

Último mas não menos importante, existe a lendária Yriartra. Lar dos Yrians, sua existência nunca foi provada, mas alguns dizem ser uma série interminável de tuneis que podem unir quaisquer lugares de Myridian através do subsolo. Em seu coração supostamente existem pedras negras de obsidiana, o mineral mais duro do planeta.

©2018, The Myridian Alliance